segunda-feira, 23 de março de 2015

HOMEM QUE DECAPITOU NAMORADA POR CAUSA DE TROCA DE MENSAGENS NO WHATSAPP É PRESO

RENATO, 24 ANOS, FOI PRESO NA CASA DOS PAIS NA CIDADE DE ARGELIM, AGRESTE DE PERNAMBUCO




Foi preso na noite deste sábado Renato Guilherme da Silva, de 24 anos, acusado de ter matado a namorada, Patrícia Pereira da Silva, de 20 anos, a facadas após uma crise de ciúmes na cidade de Argelim, no Agreste de Pernambuco.
De acordo com a Polícia Civil, Renato foi encontrado na casa dos pais, na mesma rua onde cometeu o crime, e já prestou depoimento na Delegacia Regional. O rapaz confessou à família que havia matado a namorada - que foi decapitada - na madrugada da última quinta-feira.
— Antes de fugir de moto, ele passou na casa dos pais e disse: “Chamem a polícia, porque eu matei Patrícia”. Os pais então foram até a casa onde os dois moraram, viram que ele, de fato, tinha matado a mulher e chamaram a polícia - explica o delegado responsável pelas investigações, José Renivaldo.
Segundo a polícia, o crime aconteceu após uma briga entre Patrícia e Renato durante uma festa. O rapaz teria flagrado a namorada trocando mensagens com outro homem. De acordo com o delegado, ele tinha um comportamento agressivo com a companheira, principalmente quando apresentava ciúmes.
— Ele era muito ciumento e agressivo com ela. Os dois viviam discutindo, estavam sempre brigando. Ele flagrou ela de conversa no WhatsApp com outro homem, mandando mensagens e fotos e teve uma crise de ciúmes. Os dois brigaram e ele foi para casa. No quintal, pegou uma faca e matou a Patrícia com quatro facadas, decapitando ela. Foi um crime horrível — conta o delegado.
O corpo de Patricia foi enterrado nesta sexta-feira, no cemitário São Luiz, em Argelim. O crime comoveu a pequena cidade, que fica a menos de 10 km da divisa entre os estados de Pernambuco e Alagoas, o cemitério estava lotado.
Na tarde de sexta-feira, antes da prisão de Renato, amigos e familiares da vítima fizeram um protesto em frente ao fórum da cidade, pedindo justiça.






Fonte: Extra